27 de junho de 2017

Putin pessoalmente ordenou hackeamento eleitoral para ajudar Trump a vencer e a CIA sabia disso em agosto, afirmam vazamentos mais recentes sobre investigação acerca da Rússia


Putin pessoalmente ordenou hackeamento eleitoral para ajudar Trump a vencer e a CIA sabia disso em agosto, afirmam vazamentos mais recentes sobre investigação acerca da Rússia

AFP
Comentário de Julio Severo: Normalmente, intervenções em eleições de outros países é uma prática condenável. Se o presidente russo tivesse sido acusado de ajudar eleitoralmente Hillary, seria criminoso, pois ela era criminosa. Mas o Trump que o presidente russo ajudou (o Trump da campanha, com muitas boas promessas, merecia ajuda. Pena que o Trump da campanha desapareceu… Se o presidente russo merece condenação por interferência na eleição americana, dificilmente o governo dos EUA escaparia de condenação de interferência nas eleições de vários países, inclusive Israel. Eis a reportagem do DailyMail:
A CIA tinha informações de espionagem de alto nível em agosto passado de que o presidente russo Vladimir Putin pessoalmente ordenou uma operação para ajudar Donald Trump a ganhar a corrida presidencial dos EUA, o jornal Washington Post informou na sexta-feira.
A informação de espionagem chocou a Casa Branca e colocou os diretores de órgãos de segurança dos EUA numa crise extremamente sigilosa andando na corda bamba para imaginar como reagir.
Mas em meio à confiança de que a democrata Hillary Clinton ainda tinha a eleição no papo e preocupações sobre o próprio presidente Barack Obama sendo visto como manipulando a eleição, o governo americano deu aviso para o governo russo, mas deixou contramedidas para depois da votação, informou o Washington Post.
Depois da vitória chocante de Trump, havia remorsos fortes entre autoridades governamentais de que eles haviam evitado adotar medidas duras.
“Entre especialistas de segurança nacional havia uma sensação de introspecção imediata, uma reação tipo: “Uau, não lidamos bem com essa situação,’” uma ex-autoridade governamental disse ao jornal.
O Washington Post disse que logo que informações de espionagem sobre Putin apareceram, a Casa Branca as viu como uma profunda ameaça de segurança nacional. Uma força-tarefa secreta de espionagem foi criada para solidificar as informações e apresentar possíveis respostas.
Eles não conseguiram fazer nada sobre as revelações humilhantes que WikiLeaks vazou dos e-mails hackeados de Hillary. O foco foi direcionado para se o governo russo conseguiria atrapalhar a própria votação de 8 de novembro hackeando as listas de registro de eleitores ou máquinas de votação, minando a confiança na própria contagem da votação.
Preocupados com a possiblidade de a situação piorar, o governo adiou as retaliações, e em vez disso deu avisos grossos diretamente para os russos não irem mais longe.
Pelo menos quatro avisos diretos — de Obama para Putin, de diretor de órgão de espionagem para diretor de órgão de espionagem e por meio de canais diplomáticos — pareceram ter um impacto, autoridades disseram ao Washington Post. Eles acreditam que o governo russo recuou em quaisquer planos possíveis de sabotar as operações de votação nos EUA.
“Fizemos a decisão de que tínhamos tempo amplo depois da eleição, independente do resultado, para medidas punitivas,” uma autoridade governamental de nível elevado disse ao Washington Post.
As opções para retaliar estavam sendo debatidas cedo: mais sanções para aleijar a economia russa, vazamentos de informações que humilhariam Putin diplomaticamente e o lançamento de ataques cibernéticos contra a infraestrutura russa estavam no topo da lista.
Mas a vitória chocante de Trump amorteceu a resposta.
Obama adotou medidas modestas no final de dezembro, expulsando 35 russos e aumentando as sanções existentes. Ele também, de acordo com o Washington Post, autorizou um plano para colocar implantes de ataques cibernéticos nos sistemas da infraestrutura vital da Rússia. Mas não se sabe, disse o Washington Post, se Trump está dando continuidade a essas medidas.
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26 de junho de 2017

O que os EUA ganharão engrandecendo a sodomia?


O que os EUA ganharão engrandecendo a sodomia?

Os EUA estão engrandecendo a sodomia. A sodomia engrandecerá os EUA?

Julio Severo
Nos Estados Unidos, desde seu nascimento, defender o casamento entre homem e mulher era normal. Defender o casamento entre um homem e outro homem era completamente anormal e abominável.
Aliás, por milhares de anos, essa foi a normalidade universal para sociedades saudáveis. Só sociedades doentes aceitavam a anormalidade homossexual, e não duravam muito.
Entretanto, hoje é diferente. Hollywood e boa parte do sistema americano, afrontando suas origens protestantes, impõe universalmente a anormalidade da homossexualidade como um exemplo positivo no mundo inteiro. A anormalidade homossexual tem sido generalizada na sociedade americana.
Empire State, antigo prédio que já foi o mais alto do mundo, honrando a sodomia
Nenhuma nação na terra vem engrandecendo tanto a sodomia quanto os EUA têm feito. Grandes instituições americanas, desde Hollywood até o Departamento de Polícia de Nova Iorque e até a Microsoft, Apple, Google, Amazon e outras empresas mega-capitalistas, estão engajadas em engrandecer a sodomia. (Até viaturas policiais de Nova Iorque têm honrado a sodomia.)
Viatura policial de Nova Iorque honrando a sodomia
Os EUA podem durar muito usando sua hegemonia e supremacia cultural, econômica e militar para engrandecer a sodomia?
Se você defende o casamento entre homem e mulher no Congresso dos EUA, você é rotulado de anormal e sua opinião pró-família é tratada como abominável na grande mídia americana. A capital dos EUA está abandonando o verdadeiro casamento e suas tradições, inclusive sua antiga tradição protestante de defesa do casamento e família.
Hotel de Trump em Chicago honrando a sodomia
Em contraste, Moscou, que em anos comunistas defendia o ateísmo e a destruição da família russa, vem lutando para resgatar a defesa do verdadeiro casamento e sua Igreja Ortodoxa Cristã.
Você pode ser moralmente linchado nos EUA se você protestar contra a anormalidade do “casamento” gay, principalmente no Congresso dos EUA. Você não é livre para tratar o “casamento” gay como anormal e criminalmente doente nos EUA. Mas você é livre para tratar o casamento natural como anormal.
Embaixada dos EUA na Índia honrando a sodomia
Em contraste, na Rússia se você protestar contra a anormalidade do “casamento” gay, principalmente no Kremlin, você não é moralmente linchado; você é louvado. Você é livre para tratar o “casamento” gay como anormal e criminalmente doente na Rússia. Mas você é não livre para tratar o casamento natural como anormal.
A Rússia não inventou a defesa do casamento natural. Está só continuando uma tradição longa e universal.
One World Trade Center honrando a sodomia
Os EUA não inventaram a defesa do “casamento” gay. Estão só defendendo o que antigas sociedades doentes foram incapazes de defender por muito tempo. Não faz mais nenhuma diferença: Com Obama e com Trump, os EUA engrandecem a sodomia.
Sodoma engrandeceu a sodomia, mas a sodomia não engrandeceu Sodoma.
A Bíblia diz:
“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante.” (Levítico 18:22 NVI)
“O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades próximas é um exemplo para nós do castigo de fogo eterno. As pessoas dessas cidades sofreram o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais.” (Judas 1:7 GWV)
A sodomia veio do “pecado de Sodoma” — a homossexualidade.
Consulado dos EUA no Japão honrando a sodomia
Os EUA, que tinham a Bíblia como seu principal Livro de orientação em seus primeiros dias, sabem que Sodoma foi julgada e destruída por Deus pelo pecado da sodomia e como exemplo para sociedades que desejassem engrandecer a sodomia.
Como o presidente Donald Trump espera engrandecer os EUA quando a sociedade e a cultura americana estão honrando o pecado que destruiu Sodoma?
“Faça a América Gay de Novo,” trocadilho de Trump de “Faça a América Grande de Novo”
Os EUA podem engrandecer a sodomia nacional e internacionalmente, e os EUA já estão fazendo isso por meio de Hollywood e do Departamento de Estado. Mas a sodomia nunca engrandecerá os EUA.
Se até mesmo a Rússia pode ter sua postura ortodoxa cristã contra o “casamento” gay, por que os EUA não podem ter sua postura protestante tradicional?
Os EUA não precisam seguir o exemplo russo antissodomia. Os EUA podem seguir o exemplo de George Washington e outros grandes líderes cristãos americanos que desprezavam a sodomia como repugnante.
Se os EUA querem ser grandes, deveriam desprezar o pecado de Sodoma como repugnante e seguir o Livro amado pelos primeiros americanos.
Com fotos do DailyMail.
Versão em inglês deste artigo: What Will America Gain by Making Sodomy Great?
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23 de junho de 2017

Entendendo a extrema esquerda e seu ataque contra o Breitbart e o BarbWire: a perversão gay, encoberta e pública


Entendendo a extrema esquerda e seu ataque contra o Breitbart e o BarbWire: a perversão gay, encoberta e pública

Julio Severo
Breitbart e BarbWire foram acusados de serem “homofóbicos.” Sei o que é isso, pois estou acostumado com tais ataques. Between The Lines News, uma publicação gay no estado de Michigan, nos EUA, fez uma seleção na última semana (em sua publicação impressa e online): “Criatura Asquerosa da Semana: Julio Severo.” (Originalmente publicado em sua versão impressa em 15 de junho de 2017, Edição 2524, Between The Lines News.)
Sua razão para nomear Julio Severo uma “criatura asquerosa”? Between The Lines News disse:
“Num artigo de 12 de junho no Barbwire, um site em homenagem à sua capacidade exclusiva de fazer o cérebro de uma pessoa pensante sangrar, Severo escreve: ‘O movimento homossexual se tornou ativo no Brasil por efeito cultural direto dos EUA, inclusive suas políticas e Hollywood.’”
A página homossexual americana de Facebook “Pride USA” (Orgulho EUA) postou: “Creep of the Week: Julio Severo,” que traduzido significa “Criatura Asquerosa da Semana: Julio Severo.” (Link: http://archive.is/LEI72)
Se a acusação de Between The Lines News é local e alcança só pessoas em Michigan, outros ativistas homossexuais asseguraram que Julio Severo e outros “extremistas direitistas” não escapem da atenção nacional e internacional.
Num artigo intitulado “Reading the Far Right: Homophobia, Veiled and Overt” (Entendendo a Extrema Direita: Homofobia, Encoberta e Pública), The Advocate focou em Breitbart e BarbWire e seus colunistas. Breitbart e BarbWire são sites proeminentes entre conservadores americanos.
The Advocate é a maior revista gay dos Estados Unidos e é, em suas próprias palavras, a “Principal Fonte Mundial de Notícias para o Público LGBT.”
Há um movimento de extrema direita “homofóbica” nos Estados Unidos? De acordo com The Advocate, o Breitbart e o BarbWire são dois exemplos de extremismo direitista americano.
O problema que The Advocate vê em Breitbart:
“O Breitbart, que afirma não adotar a homofobia (essa afirmação é questionável, e certamente é cheia de transfobia), está fazendo o argumento de que o movimento de direitos LGBT costumava ser bom, mas decaiu, virando insanidade esquerdista.”
The Advocate também disse:
“A conversão da parada do orgulho gay na cidade de Los Angeles em marcha anti-Trump no domingo marcou o fim concreto do movimento de direitos gays,” escreveu Joel B. Pollak, editor sênior no Breitbart. “Outrora, o movimento de direitos gays defendia a tolerância: daí a bandeira do arco-íris, que é um símbolo não só de orgulho, porém também de aceitação. Mas a mensagem no domingo foi que conservadores lésbicos, gays, bissexuais, transgêneros e queer (LGBTQ) não são bem-vindos nesse espectro — e estão, aliás, ajudando o inimigo.”
Pollak argumentou que o movimento mudou “de uma força para libertação para uma ferramenta de repressão.”
A postura do Breitbart, de defender homossexuais supostamente “conservadores” que não são bem-vindos no movimento homossexual, não é conservadora ou mesmo cristã. Mesmo assim, The Advocate deu um jeito de encontrar “muita homofobia pública” em sua “leitura da mídia de extrema direita” — o Breitbart!
The Advocate tem muita dificuldade de acusar o Breitbart de ser de “extrema direita,” se isso significa “conservador extremo,” pois um dos ex-editores do Breitbart, Milo Yiannopoulos, é assumidamente homossexual.
O Breitbart teria muita dificuldade de se rotular como conservador, pois o conservadorismo americano genuíno, principalmente o conservadorismo evangélico (que é o conservadorismo mais predominante nos EUA), não vê nada de conservador no homossexualismo.
A ideia do Breitbart de que o movimento de direitos LGBT costumava ser bom é absurda. Desde os dias de Alfred Kinsey, que tinha intenções maliciosas e ajudou o movimento homossexual mais de 60 anos atrás com seus “estudos” sexuais maliciosos (e seu embuste de “10 por cento da população são homossexuais,” expostos como exagerados pela Dra. Judith Reisman), intenção maliciosa é parte integral do histórico da agenda gay. Então o Breitbart está terrivelmente enganado acerca de sua opinião sobre a homossexualidade.  
Qual é então o problema de The Advocate com o BarbWire?
The Advocate disse:
“Para uma olhada na ideologia da direita religiosa homofóbica e transfóbica, basta só uma visita ao BarbWire, que tem como objetivo oferecer uma cosmovisão bíblica. O BarbWire publicou uma coluna na semana passada escrita por Robert Oscar Lopez, apresentando o velho aviso de que os indivíduos LGBT estão resolutamente tentando ‘recrutar’ crianças.”
The Advocate está certo sobre o BarbWire oferecendo uma cosmovisão bíblica. Sem tal cosmovisão, não existe conservadorismo real. E, sim, o movimento homossexual está sempre espreitando crianças. Ou nos esquecemos de como eles ficam revoltados quando os pais tentam proteger seus próprios filhos contra a homossexualidade predatória?
Em 2013, a Rússia aprovou uma lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças e adolescentes. O inferno (Obama e seu Departamento de Estado maligno) se desencadeou em cima da Rússia. Houve revolta em massa de ativistas homossexuais nos EUA e Europa. A revolta deles fez parecer que a Rússia havia aprovado a pena capital para homossexuais.
Depois da proibição, The Advocate anunciou de modo sarcástico que sua Personalidade do Ano para 2014 foi Vladimir Putin, visto por Patheos, um site ateísta americano, como “o presidente horrendamente homofóbico da Rússia e um oponente assumido de tudo o que é pró-LGBT.”
Para ativistas homossexuais nos EUA e Europa, uma lei proibindo a propaganda homossexual para crianças equivale a matar homossexuais! O movimento homossexual não consegue se ver longe de crianças.
Até mesmo hoje, Putin é atacado só por causa dessa proibição. No domingo passado, uma das maiores paradas do “orgulho” gay do mundo em São Paulo representou, de modo debochado, Putin como “drag queen.”
Em 2014, quando participei de um evento pró-família no Kremlin, Moscou, os participantes americanos estavam temerosos porque os ativistas homossexuais dos EUA estavam pressionando o Departamento de Estado de Obama para investigá-los por causa de sua participação nesse evento. Afinal, a Rússia estava sofrendo sanções de Obama e seu governo esquerdista.
Não muito mudou. O Departamento de Estado de Trump aumentou as sanções de Obama contra a Rússia e reconheceu junho como Mês do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual, Transgênero e Intersexual (LGBTI) — continuando a tradição do Departamento de Estado de Obama.
O governo americano não mudou em sua defesa dos interesses homossexuais contra a Rússia, que tem mantido sua lei proibindo a propaganda homossexual para crianças.
O que foi que Robert Oscar Lopez disse que enfureceu The Advocate? Ele disse “que recrutar crianças para adquirirem a identidade LGBT, e então trancá-las nessa identidade, é fundamental para a sobrevivência da comunidade LGBT.”
Uma lei proibindo tal recrutamento é fundamental, mas as táticas coercivas homossexuais americanas, inclusive com assistência governamental, têm castigado a Rússia de forma implacável. Com tal atitude, o governo dos EUA claramente mostra que nunca vai proteger as crianças contra a homossexualidade predatória.
The Advocate também disse:
“Em outra coluna publicada pelo BarbWire na semana passada, o professor de teologia John Barber (não está claro se ele é parente de Matt Barber, fundador do site) afirmou que não existe tal coisa como cristão gay — até mesmo um indivíduo gay que se abstém de colocar em prática os desejos de mesmo sexo, ele disse, não pode ser um cristão real, pois Jesus teria removido esses desejos. ‘Sem a quebra do domínio do pecado, o quadro do cristão gay equivale à visão de um unicórnio,’ escreveu Barber.”
Esse conceito é rejeitado até mesmo por algumas denominações cristãs que não aprovam relacionamentos de mesmo sexo, tais como a Igreja Católica Romana e a Igreja Mórmon, que dizem que um indivíduo gay, lésbico ou bissexual pode ser fiel à doutrina de sua igreja permanecendo celibatário.
Pausa. Se a Igreja Católica realmente acredita assim, isso explica os números enormes de padres católicos homossexuais abusando de meninos! The Advocate acrescentou:
É também certamente contrário às experiências dos que se identificam como gays e cristãos. E algumas denominações cristãs grandes têm uma aceitação muito maior, com a Igreja Episcopal, a Igreja Presbiteriana dos EUA, a Igreja Luterana Evangélica nos EUA e outras oferecendo casamentos na igreja para duplas de mesmo sexo.
Ao que tudo indica, The Advocate ignora a palavra apostasia, que é guiada por uma cosmovisão maligna e doente. The Advocate ignora que o autor da apostasia e a aceitação da homossexualidade entre igrejas cristãs é Satanás e seus demônios. The Advocate também ignora que o Autor de toda condenação da homossexualidade na Bíblia não é o homem. É Deus.
Gosto muito da cosmovisão bíblica do BarbWire. Lamentavelmente, o Breitbart não tem tal cosmovisão.
A cosmovisão de The Advocate? Sua inspiração vem do mesmo autor que causa apostasia entre igrejas cristãs.
Além disso, The Advocate não se esqueceu de mim. Ele disse:
Oh, e ainda outro colaborador do BarbWire, Julio Severo, gastou uma coluna recente [veja o artigo em português neste link] denunciando fortemente o secretário de Estado Rex Tillerson por reconhecer junho como o Mês do Orgulho LGBT. E ainda que Trump não tenha feito uma proclamação oficial de Mês do Orgulho Gay ou agendado uma recepção para isso (como Obama fez todos os anos de sua presidência), Severo viu Trump como cúmplice da temida “agenda homossexual.”
“Os mesmos princípios homossexuais que guiaram a diplomacia dos EUA sob Obama agora guiam a diplomacia dos EUA sob Trump,” escreveu Severo “A única diferença é que enquanto Obama dava apoio verbal sobre esses princípios, Trump dá apoio tácito, permitindo que seu próprio governo fale por ele. Se o ditado ‘quem cala consente’ está correto, o ‘silêncio’ de Trump é uma mensagem.”
Oh, e por “princípios homossexuais” ele parece querer dizer a condenação da perseguição anti-LGBT no mundo inteiro. “Obama usava o governo dos EUA para conduzir o mundo, por seu mau exemplo, a aceitar o estilo de vida homossexual como normal,” Severo comentou. “Por apoio tácito ou explícito, o governo de Trump está conduzindo o mundo no mesmo mau exemplo.” Severo também deu credibilidade ao estereótipo estimulado por ódio de que os gays espreitam crianças.
Se condenei o Departamento de Estado de Obama por sua propaganda homossexual, por que eu deveria poupar o Departamento de Estado de Trump pela mesma propaganda?
Com relação a um “estereótipo de que os gays espreitam crianças,” o “conservador” gay Milo Yiannopoulos perdeu seu emprego como editor do Breitbart depois que seus interesses na pedofilia foram expostos.
Homossexuais, até mesmo homossexuais “conservadores,” têm um interesse especial em crianças. Yiannopoulos provou isso.
Se não houvesse nenhuma conexão entre homossexualidade e abuso sexual de meninos, a Igreja Católica não teria nenhum escândalo de padres homossexuais abusando de meninos.
Esta não é a primeira vez que The Advocate me ataca. Em 2011 The Advocate me criticou porque defendi uma criança e sua mãe biológica contra uma predadora homossexual. Você pode ler a notícia toda aqui: “Maior revista gay do mundo: nada de compaixão e tolerância para uma ex-lésbica e sua filha.”
Entretanto, qual é a razão de The Advocate para apresentar BarbWire e Breitbart como “extrema direita”? Uns 40 anos atrás uma publicação conservadora contratando o homossexual assumido Milo Yiannopoulos como editor seria vista como extremista de esquerda.
A cultura americana mudou e apodreceu tanto que os homossexualistas ficaram excessivamente exigentes. Quarenta anos atrás, você era rotulado de esquerdista e homossexualista se você tão somente apoiasse o “casamento” gay sem adotar todos os outros dogmas do evangelho homossexual.
Hoje, se você adota todos os dogmas homossexuais, inclusive sobre “casamento” e adoção de crianças por duplas gays, mas discorda de táticas homossexuais coercivas, você é rotulado de “extremista de direita,” “fascista” e “nazista.” Para a cosmovisão torpe de The Advocate, se você não apoia totalmente, em todos os pontos, a agenda gay, você não é amigo. Você é inimigo. Essa realidade é também aplicável a Trump, que tem deixado seu Departamento de Estado promover propaganda homossexual, mas ele discorda de táticas homossexuais coercivas. Trump virou inimigo não porque ele combate a agenda gay (que de fato ele não combate), mas só porque ele não está satisfazendo a todos os desejos dos homossexualistas e sua agenda.
Ainda que o Breitbart e Trump contratem milhares e milhares de cópias de Milo Yiannopoulos, Peter Thiel e outros homossexuais “conservadores,” The Advocate e outros ativistas da extrema esquerda continuarão acusando-os de “homofóbicos,” “extremistas de direita,” “fascistas” e, evidentemente, seu rótulo insultante favorito: “nazistas.”
A propósito, de acordo com o escritor e professor alemão Lothar Machtan, em seu livro “O Segredo de Hitler” (Editora Objetiva, 2001), Adolf Hitler era homossexual. Em seu livro “The Pink Swastika,” que significa “A Suástica Rosa” (Veritas Aeterna, 1995), o escritor Scott Lively argumenta que muitos líderes nazistas eram homossexuais.
Hitler e seu movimento nazista eram o que o movimento homossexual nos EUA é hoje. Opressivos, repressivos e ditatoriais. Mas eles acusam os conservadores reais do que os homossexualistas são.
Discordo da postura comprometedora do Breitbart contra a agenda gay e concordo com a postura bíblica do BarbWire, mas se para The Advocate “extrema direita” significa radicalismo contra os homossexuais e se o BarbWire e o Breitbart, que não matam homossexuais nem apoiam a matança deles, são de “extrema direita,” o que são a Arábia Saudita e outras nações islâmicas que matam homossexuais?
Se The Advocate está preocupado com radicalismo real contra os homossexuais, deveria fazer uma lista de nações islâmicas que matam homossexuais. Deveria pressionar Trump e seu Departamento de Estado a fazer com a Arábia Saudita e outras nações muçulmanas que matam homossexuais exatamente o que o Departamento de Estado de Obama fez com a Rússia e o que o Departamento de Estado de Trump está fazendo com a Rússia: sanções, sanções e mais sanções.
Contudo, Obama não teve tal preocupação. Trump também não tem. E o que The Advocate tem feito? Depois de condenar o BarbWire e o Breitbart, e poupar todas as nações islâmicas, The Advocate condenou a NRATV — o canal de vídeo online da Associação Nacional do Rifle — e outros canais conservadores por dizerem que um muçulmano cometeu o pior atentado terrorista contra homossexuais americanos — o massacre a tiros na boate gay Pulse em Orlando em 12 de junho de 2016.
Se não foi um muçulmano, quem foi? O BarbWire e o Breitbart? Julio Severo?
Para The Advocate, é impossível que muçulmanos sejam responsáveis por atentados terroristas contra homossexuais? Em contraste, é impossível que o BarbWire e o Breitbart não sejam culpados de “homofobia”?
Isso é insanidade e hipocrisia pura: Condenar o inocente e poupar o culpado!
Trump precisa entender o que Obama não entendia: a natureza intrinsecamente desonesta e nazista do movimento homossexual.
Ele precisa da cosmovisão do BarbWire, não da cosmovisão do Breitbart, guiando seu governo. E ele deveria impedir seu governo de fazer o que Obama fazia: ameaçar a Rússia por causa de sua lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças.
Putin está certo. A Rússia está certa. Uma lei que proíbe a propaganda homossexual para as crianças é necessária.
O BarbWire e sua cosmovisão bíblica estão certos. Uma lei proibindo o recrutamento de crianças para a identidade LGBT é fundamental.
No entanto, embora a Rússia sob Putin tenha implementado com êxito sua lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças, o governo de Trump e seu Departamento de Estado não têm dado nenhum espaço para implementar a cosmovisão bíblica conservadora do BarbWire para proibir o recrutamento de crianças para a identidade LGBT.
Trump precisa do BarbWire em seu governo. Se ele adotar o BarbWire e sua cosmovisão bíblica, The Advocate certamente o nomeará Personalidade do Ano.
Os cristãos conservadores o nomearão Protetor das Crianças para sempre!
A cosmovisão do Breitbart, que aceita a ilusão de uma homossexualidade conservadora, é insuficiente para derrotar a cosmovisão de extrema esquerda de The Advocate e sua perversão gay encoberta e pública. Mas a cosmovisão do BarbWire, que é bíblica, não de extrema direita, é mais que suficiente.
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